Readaptação dos sonhos perante o medo e as incertezas

Gabriella Rocha Tavares

Na cidade de Wuhan, localizada na China, foi onde deu-se início aos casos do novo coronavírus, em dezembro de 2019. Esses casos se espalharam rapidamente, atingindo, também, outros países. Dois meses depois, em fevereiro de 2020, tivemos o primeiro caso no Brasil, em São Paulo. No mês seguinte, a situação foi considerada pandêmica pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em sequência, tivemos casos de mortes em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas ainda não havia ampla divulgação.

Quando fiquei sabendo da pandemia do coronavírus, não imaginei que se estenderia tanto. Acreditei que ficaríamos os 15 dias reclusos e que, logo, estaríamos aptos ao retorno das atividades normais. Não pensei que demoraria, muito menos que se estenderia até o momento atual e alcançaria tamanha proporção. Para mim, foi muito difícil a parte de reclusão do confinamento, tendo em vista minha vida agitada, mas tive que ir me adaptando e, a partir disso, aprendendo a lidar com o momento delicado.

No início da pandemia, acredito que a palavra “medo” resume muita coisa do que vivemos. Tínhamos muito medo da doença, mas, em especial, muito medo da falta de informação, do que ainda era desconhecido, do número de infectados que crescia exponencialmente, do número de mortes e mais mortes que iam surgindo, dos hospitais cada vez mais cheios, dos recursos que iam faltando (como aparelhos de ventilação), dos leitos que já eram insuficientes e de tantas e tantas situações que iam aparecendo na mídia e nos chocando.

Na pandemia, outras ocorrências impactantes foram acontecendo na sociedade, como o aumento de casos de depressão e ansiedade, o crescimento assustador da taxa de feminicídio, o aumento do desemprego, da fome, dos casais que tiveram seus laços rompidos por conviverem ininterruptamente, dentre inúmeros outros acontecimentos que pudemos acompanhar.

É com muita felicidade que cito que, na minha família, não tivemos nenhum caso de morte decorrente da COVID-19, mas, com muito aperto no coração, complemento dizendo que perdi minha bisavó, por complicações de um câncer de mama, em um período em que já estávamos com medo, fragilizados, incertos de tudo, sem informação e desorientados. Com esse mesmo aperto, deixo, aqui, registrada a minha empatia e solidariedade aos familiares e amigos dos mais de 657 mil casos de mortes em nosso país e dos mais de 1 milhão e meio de casos de falecimento no mundo. Apesar de não ter havido mortes entre meus familiares, tive casos de infecções por aqui, mas todos conseguiram vencer essa doença infeliz. Alguns amigos faleceram, inclusive vizinhos, e pude acompanhar, de muito perto, o desespero. Outros foram infectados, porém curados.

Lembro-me que me via muito perdida a cada informação que eu via. Um exemplo foi quando ouvi sobre o possível lockdown, durante o qual os mercados ficariam fechados e, por isso, as pessoas deveriam estocar comida. Fiquei satisfeita que os trabalhadores desta área teriam o direito de se cuidarem e protegerem. Porém, ao mesmo tempo, fiquei insatisfeita e falando a todo tempo o quanto isso me incomodava ao considerar aqueles que não tinham condições de estocar o mínimo de alimento possível, aqueles que precisariam procurar formas de conseguir dinheiro para seus alimentos diários. Era muita perturbação em minha cabeça e tenho certeza de que, assim como eu, inúmeras pessoas não sabiam ao certo o que fazer, como agir, o que pensar, o que era verdade, o que ia acontecer e, muitas das vezes, mal sabiam que chegariam aqui.

Surge um ar de esperança quando nos deparamos com notícias sobre as possíveis vacinas. Elas foram chegando no Brasil e, apesar de querermos logo uma distribuição efetiva e imediata, elas chegariam no decorrer do ano, pouco a pouco. Começamos a vacinação, passamos pelos agentes da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, trabalhadores da educação, adultos em geral, adolescentes e, agora, estamos vacinando nossas crianças. As doses seguem precisando de atualização e reforço para termos cada vez mais eficácia e garantia. Com a esperança da chegada das vacinas, sabíamos que salvaríamos vidas, diminuiríamos a propagação do vírus, e, assim, caminharíamos mais rápido rumo ao fim deste pesadelo vivido. Apesar de não termos chegado ao fim, avançamos muito, e isso deve aliviar nosso coração e nossa tensão, porém sem perdermos a cautela, a importância dos cuidados, a atualização das vacinas e, ainda, a nossa esperança em dias ainda melhores.

No início da triste notícia, minhas aulas foram suspensas, tendo em vista que, a princípio, as ações determinadas pelas autoridades durariam por pouco tempo. Eu estava tão feliz com o ingresso na faculdade! Tudo ainda era muita novidade. Era apenas o início de um grande sonho, daquilo que sempre idealizei para minha vida acadêmica: estudar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Quando fiquei sabendo da minha aprovação, foi uma grande alegria, me emocionei muito, não sabia se ria, chorava, gritava ou ligava para minha mãe. Desde pequena, passava pelo portão da UERJ e dizia à minha mãe que eu queria muito estudar ali e ela dizia que eu estudaria, mas que só quando fosse mais velha, porque ali não estudavam crianças. Hoje, me sinto muito realizada. Minha mãe dizia que só me faltava a paciência para esperar o meu momento, porque ele chegaria, e chegou. Por estar muito envolvida, essa suspensão das aulas me causou um incômodo maior do que o esperado, tendo em vista que eu não gostaria de atrasar minha formação, assim como meus colegas, além da minha sede de viver tudo o que me aguardava e de tudo o que eu aguardei por tanto tempo. Cada vez tínhamos que esperar mais para o sonhado retorno. Quando nos situamos, e fomos vendo a proporção, vivendo os dias infinitos, dentre tantas outras coisas, fomos convocados a estudar de forma remota, e, assim, pensei que, pelo menos, metade das soluções havia sido encontrada. Mas, em verdade, queria acreditar que logo suspenderiam o ensino remoto e estaríamos dentro das salas de aula do 12º andar.

Ao tentar me confortar, pensava nos benefícios de estudar on-line e de poder conciliar as diversas tarefas que faço em minha vida, que sempre foi muito agitada. Já exerço, aliás, a profissão (vinda da formação do Curso Normal) dando aulas particulares para meus pequenos. Contudo, comecei a não ter conforto, e me vi perdida no ensino que eu pensava ser tão fácil: a distância. Com isso, quebrei o mito de que o EAD (Ensino a distância) é mais fácil que a modalidade presencial, pois ambas possuem suas exigências específicas. Há diversas vantagens em se estudar a distância, a saber, maior flexibilidade no horário dos alunos; maior incentivo a aprender a usar as ferramentas do mundo virtual; o custo pode ser menor considerando a economia com passagem e impressão de folhas; e maior facilidade para conciliar trabalho e estudo. Mas há, também, os contras: tudo aquilo que vem para atrapalhar nossa concentração, que é um dos pontos-chave para se ter sucesso no ensino on-line; a falta de contato físico; e o fato de, alguma vezes, não conseguir obter as respostas para suas interrogações no momento exato de inquietude, por exemplo.

No que diz respeito à minha experiência pessoal, no início, fiquei muito defasada. Não tinha muito domínio da plataforma da universidade, me perdia nas aulas síncronas e assíncronas, não sabia, com exatidão, como enviar as atividades e se, de fato, elas haviam sido entregues, não conseguia saber como ter um contato mais direto e pessoal com o professor, dentre outros elementos. Não foi fácil, assim como todo e qualquer período de adaptação, mas foi necessário. Com o passar do tempo, fui me adaptando e me organizando melhor. Em diversas vezes me saí muito bem; em outras, deixei a desejar. Muitas vezes esperei pela aula síncrona que nunca começava, afinal, ela era assíncrona. Assim fui seguindo, até chegar aqui: momento em que ainda não tenho domínio de como fazer uma graduação a distância, mas que tenho apresentado melhora. O mesmo tem acontecido com colegas e professores com quem tive a oportunidade de conversar. Todos têm aprendido dia após dia, com o objetivo de evoluir.

Venho de uma formação de Ensino Médio técnico, por meio da qual me formei professora. Estudei no Colégio Estadual Julia Kubitschek. Na minha antiga escola, tive o prazer de ter muito contato direto com a minha profissão escolhida, através de estágios, passeios, atividades culturais, entre outros. Além do contato com as crianças, tínhamos muito contato entre nós, estudantes. Com tudo o que aconteceu, na minha graduação, não nos encontramos muito presencialmente, porém as oportunidades que tivemos foram indescritíveis e inesquecíveis. Tudo é adaptação, tudo é repensável, tudo é adaptável; basta estarmos dispostos a fazermos dar certo. Inclusive, parabenizo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que soube se adaptar muito bem ao momento, ao pensar em novas formas de estudarmos, em novos métodos, com provas online, aulas síncronas e assíncronas, chat disponível, fóruns de interação e de dúvidas, salas de aula organizadas para termos acesso facilitado, uso de questionários, além dos trabalhos em duplas, trios ou grupos que foram mantidos. Pedagogia me remete à ideia de interação social, de socialização, de agrupamento e de mais outras palavras ligadas ao coletivo. Infelizmente, diante do ocorrido, não foi possível vivenciarmos tudo do jeito ideal, mas sei que não deixou de ser uma formação muito proveitosa e enriquecedora, de modo que muito agregou a mim e a minha profissão.

Hoje, nesta PPP (Pesquisa e Prática Pedagógica), estou tendo a oportunidade de contar a minha experiência educacional e sentimental perante o que era o meu sonho e precisou ser reinventado, mas que não deixou de acontecer. Lembro-me que quando escolhi a PPP de Estudos Aplicados não tinha nenhuma pretensão ou expectativa. Não sabia o que esperar da minha escolha, e tampouco imaginaria que ela faria tanto sentido na minha formação. Sinceramente, eu escolhi a disciplina, porque uma amiga pegou uma outra disciplina de PPP, cujas vagas já haviam acabado quando eu fui me inscrever, então fiquei insegura de esperar por desistências e acabar ficando prejudicada. Outra amiga, contudo, tinha se inscrito na PPP de Estudos Aplicados e me contou, então embarquei com ela nessa experiência. Hoje, vejo total sentido em eu estar aqui: era o meu lugar.

Ao falar de expectativas, não posso dizer que a disciplina superou as que tinha, uma vez que eu entrei sem nenhuma, então como superá-las? Mas posso afirmar que, ao longo, elas foram crescendo através das discussões criadas, das aulas frequentadas, dos vídeos assistidos, dos textos propostos para leitura e, em especial, com as atividades que foram, sem dúvidas, muito interativas e dinâmicas, que me proporcionaram conhecimentos incríveis, gerando, cada vez mais, altas expectativas e a sensação de acerto na escolha da PPP. Na mesma intensidade em que as expectativas eram geradas, elas eram, também, correspondidas e, ainda são, pois tenho certeza de que de ainda surgirão muitas outras. Fico admirada com o tanto de conteúdo que foi trabalhado durante os períodos, mas, acima de tudo, me admira o modo como tudo foi feito. Fizemos muitas atividades e adquiri muito conhecimento em cada uma delas. Com elas, víamos nossa formação cada vez mais rica.

De maneira surpreendente, a atividade que eu mais gostei de fazer foi a primeira que passou pela minha cabeça de que eu não iria gostar. Ela consistia em ler a biografia de uma pessoa pública e fazer uma apresentação sobre o que foi lido, de forma oral e com o uso de slides. Para o trabalho, tivemos que resumir brevemente o que lemos na biografia, destacando o que achamos mais curioso, o que gostamos, o que valia a pena compartilhar com os colegas, o que agregaria em nossa vida pessoal, o que achamos de termos a oportunidade de termos lido a tal biografia e a nossa experiência. O que achei muito legal na proposta do trabalho, e que tenho certeza que foi o que deu certo para o resultado da turma, foi o fato de podermos escolher o personagem com o qual trabalharíamos, porque, assim, teríamos um interesse maior: leríamos e faríamos a tarefa de forma mais interessante. Não sabia que eu adoraria realizar essa tarefa, tendo em vista que nunca fui uma admiradora de biografias. Li a biografia do Papa Francisco, que é uma figura que gosto muito e que é um grande orientador da minha fé. Minha vó tinha a biografia do Papa Francisco, que foi dada pelos meus pais quando ele foi apresentado ao povo como o novo Papa. Mal sabia eu que o presente nosso, pois eu também o leria. A biografia, intitulada “Francisco – O Papa do Povo”, me trouxe uma experiência bem bacana sobre biografias. Gostei muito e, inclusive, não acreditei quando me peguei relendo o livro. Comecei a indicar e a emprestar o livro na minha igreja, porque as pessoas tinham muita curiosidade quando viam o meu entusiasmo e o brilho no olhar ao falar da oportunidade. Inclusive, várias pessoas me perguntaram sobre a disciplina, porque acharam um trabalho muito importante. Minha mãe repetia incansavelmente para cada pessoa que vivia a mesma experiência de leitura que eu: “não preciso ler o livro, Gabriella gostou tanto que só fala disso, já me contou inúmeras vezes tudo o que aconteceu na vida de Francisco, já sei até de trás para frente”. Essa fala também me fez muito feliz, porque, de certa forma, vi que eu realmente estava entusiasmada e pude, além de sentir, demonstrar tamanho entusiasmo. Essa foi uma experiência incrível. Como fui feliz!

Outra atividade que fizemos foi o Café Biográfico. Foi muito enriquecedor, principalmente por conta das mesas de discussão, as quais abarcavam os mais diversos temas, como a vida de educadoras, mulheres, educação, práticas de leitura e escrita e, é claro, biografias. O trabalho envolveu muitas pessoas, entre professores, palestrantes e alunos, de dentro e fora da nossa querida Universidade do Estado do Rio de Janeiro. O evento foi repleto de vivências compartilhadas e de conteúdos muito ricos.

Mesmo com a pandemia do novo Coronavírus, não pensava em viver nem metade do que vivi durante a faculdade e, ainda assim, pude ter diversas experiências boas. Encontro-me muito feliz, porque nenhuma adversidade foi suficiente para tirar a oportunidade de aprender da forma mais plena possível. Parabenizo aqueles que conseguiram fazer isso acontecer e, ainda, superar o desafio assustador que vivemos e que, embora estejamos em processo de melhoria, estamos cada vez mais perto da vitória da doença. De fato, não pensei que seríamos capazes de lidar tão bem com uma situação e, ainda, nos reinventaríamos dessa forma. Isso nos mostra que é possível superarmos barreiras.

Neste momento da graduação, tenho me encaminhado para a escrita do trabalho de conclusão de curso – etapa importantíssima. Considero ser o momento de eu somar todos os conhecimentos, aprendizados e valores, que não são poucos e que compõem a minha bagagem desde o início do curso, e unificá-los a fim de atingir o meu objetivo de estudo. A PPP me instruiu muito para este momento. Nela, aprendi a colocar as minhas ideias no papel e pude ver que nada é feito de uma vez; tudo deve ser pensado, detalhado, feito por partes. Cada etapa de escrita precisa de dedicação, de tempo e de estudo. Aprendi, outrossim, a importância de sermos claros em nossas ideias, de desenvolvê-las sem medo e que podemos voltar atrás de ideias iniciais para melhorá-las ou evoluí-las. Durante a PPP, também aprendi que um trabalho grande não precisa ser desgastante para quem escreve; ele pode ser feito com calma, passo a passo, com atenção a cada etapa. Tais aprendizados contribuíram muito para suavizar o medo excessivo que eu tinha em relação à elaboração de um trabalho de conclusão. 

Nesse sentido, pretendo ter a literatura como tema para a minha pesquisa, com ênfase na sua importância e na sua colaboração na Educação Infantil. Buscarei mostrar que literatura vai além do pensamento comum de que é apenas “contar histórias”. Um livro, uma capa, um desenho, um enredo podem, não só mudar a vida de crianças, como também podem incentivar a criação do hábito da leitura – hábito esse que levarão para o resto de suas vidas. O ato de ler aprimora vocabulários e é capaz de mexer e aguçar os sentimentos das crianças, principalmente nos momentos em que elas ainda não souberem verbalizar aquilo que sentem, como sentem, a intensidade e o modo de buscar soluções para o que estão sentindo. A literatura permite aprender a explorar cada vez mais a criatividade, a memória, a imaginação e a concentração e permite compreender lições de moral. Intentarei mostrar como a literatura agrega em suas vidas de uma maneira mais lúdica, com leveza. Sempre fui muito fã da literatura infantil, de modo que, no primeiro período da graduação, fiz a disciplina “Tópico Especial I: Infância e Literatura Infantil”, que, ainda que fosse eletiva, eu não poderia passar pela graduação sem desfrutar das aulas que foram tão relevantes para a minha formação.

A disciplina de PPP também foi muito agregadora em diversos momentos. Ressalto, contudo, a atividade relativa à biografia, que foi responsável por aguçar a minha curiosidade em buscar a biografia de autores de histórias infantis e a conseguir fazer isso de forma prazerosa. Sei que eu não faria se não tivesse aprendido a pesquisar, a ter prazer em conhecer as pessoas e suas histórias e se eu não visse a importância de conhecer o sujeito em sua essência, no seu próprio eu, enxergando o que ele é.

Assim, pude conhecer um pouco mais de Ziraldo Alves Pinto, cartunista bem popular, principalmente pelo personagem “Menino Maluquinho”. Pude conhecer mais de Mauricio Araújo de Sousa, também cartunista famoso, em especial pelas histórias da “Turma da Mônica”. Pesquisei sobre José Bento Renato Monteiro Lobato, escritor riquíssimo e conhecido em especial pelas histórias do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Acabei pesquisando diversos outros autores e me senti muito feliz ao explorar a vida deles, ao ver de onde vieram e como iniciaram suas carreiras, entender de onde surgiam suas ideias, como foi a criação de suas principais obras, o que pensam sobre a leitura na vida das crianças e suas colaborações. Acredito que as biografias me aproximaram ainda mais da literatura, porque pude relacionar a vida dos autores com suas publicações e poder conciliar os dois é muito bacana. A PPP que me permitiu ter mais contato com determinados sujeitos, os quais me ajudaram a me engrandecer, a engrandecer minhas ideias, meus propósitos e minha missão em falar sobre a literatura infantil. Por isso, sou grata por ter tido essa oportunidade, porque sei que, se dependesse exclusivamente de mim, jamais leria biografias e teria tanto gosto, admiração e prazer ao fazer isso.

Ademais, destaco que não imaginaria que teria o privilégio de escrever minha autobiografia, mostrando, não só meus medos, incertezas, dúvidas e anseios, mas também as vitórias, as superações, as voltas por cima, os aprendizados e os motivos pelos quais sou grata e feliz.

Por fim, não poderia finalizar o trabalho sem agradecer a professora Ana Chrystina Mignot, que em nenhum momento nos desamparou, mesmo nos incentivando a caminhar com as próprias pernas. Destaco a minha gratidão pelo seu trabalho impecável, que tornou essa disciplina, que tinha tudo para ser difícil, em algo leve e repleta de momentos agradáveis. Mesmo em uma pandemia, sou grata por tudo o que essa disciplina me ofereceu. A reinvenção foi necessária e deu tudo certo, porque força de vontade nunca nos faltou. Desejo, enfim, que a conclusão de curso de todos nós, alunos, seja maravilhosa, do jeito que a gente merece, e que, daqui, possamos levar eternos aprendizados para nossas vidas profissional e pessoal. GRATIDÃO!

Participação na live do Café Biográfico