Fugindo ao destino que têm as escritas cotidianas – condenadas à destruição, ao abandono e ao esquecimento -, as cartas, agendas, diários, autobiografias, cadernos, bilhetes, cartões e fotografias aqui exibidos foram preservados permitindo, aos que guardaram, um reencontro com a própria história. Em suas páginas amareladas estão os vestígios do tempo. Por estes papéis, juntamente com os lápis ou as canetas, deslizaram sonhos, expectativas, costumes, crenças, práticas, projetos, desejos, inquietações, segredos.
Fugindo ao destino que têm as escritas cotidianas – condenadas à destruição, ao abandono e ao esquecimento -, as cartas, agendas, diários, autobiografias, cadernos, bilhetes, cartões e fotografias aqui exibidos foram preservados permitindo, aos que guardaram, um reencontro com a própria história. Em suas páginas amareladas estão os vestígios do tempo. Por estes papéis, juntamente com os lápis ou as canetas, deslizaram sonhos, expectativas, costumes, crenças, práticas, projetos, desejos, inquietações, segredos.
Fugindo ao destino que têm as escritas cotidianas – condenadas à destruição, ao abandono e ao esquecimento -, as cartas, agendas, diários, autobiografias, cadernos, bilhetes, cartões e fotografias aqui exibidos foram preservados permitindo, aos que guardaram, um reencontro com a própria história. Em suas páginas amareladas estão os vestígios do tempo. Por estes papéis, juntamente com os lápis ou as canetas, deslizaram sonhos, expectativas, costumes, crenças, práticas, projetos, desejos, inquietações, segredos.
Gavetas, caixinhas e fundos de armários eram refúgios dos papéis aqui reunidos, trazidos por professoras da rede municipal de educação de Niterói que, recentemente, enquanto discutiam a importância da preservação de documentos produzidos no e sobre o espaço escolar, remexeram baús de memórias pessoais e familiares. Eles se juntaram aos emprestados por amigos, professores e alunos da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
A exposição se constitui, portanto, em convite para que cada um transite pelas escritas íntimas, domésticas, de viagens, de crianças e jovens, de professores e alunos, em múltiplas leituras. Um convite também para folhear os próprios papéis guardados lembrando que estes documentos, aparentemente sem nenhuma importância, testemunham nossos modos de aprender, ensinar, conviver, pensar, sentir, registrar e preservar e, por isso, interessam a todos que procuram compreender a história e a história da educação.
Ana Chrystina Mignot
Professora Adjunta da Faculdade de Educação
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Cultural Paschoal Carlos Magno / Niterói
Novembro de 2003
















